sábado, 31 de março de 2012

Horta Caseira

Aqui mais uma sugestão para trabalhar com seus alunos....

Esta aula é para alunos do 6º Ano, na disciplina de Ciências abordando temas relacionados com o solo. As aulas foram baseadas no livro didático, Ciências Natureza & Cotidiano, Jose Trivellato et al. (2008), 6º Ano do Ensino Fundamental, juntamente com outros recursos didáticos (textos, data show, material para confecção da horta, entre outros). Foram realizados cinco encontros com duas horas aulas. Seqüência didática a ser desenvolvida:

1 – No primeiro encontro apresentar aos estudantes a programação das atividades previstas para cada aula através de slides, inclusive a ideia dos alunos, em pequenos grupos, prepararem, sob orientação do professor, pequenos vasos onde cultivarão mudas de vegetais escolhidos pelos grupos. Realizar uma aula expositiva, sobre a composição do solo, utilizando slides e cartazes. Propor uma leitura do livro didático sobre o assunto, e ao final entregar uma lista de exercícios.

2 – Para esta aula, propor a realização de uma atividade experimental para demonstrar os tipos de solo. Cada grupo ficará responsável por um dos tipos de solo (arenoso, argiloso e fértil) e utilizando garrafa pet, areia, argila e húmus os grupos prepararão o experimento. Na seqüência farão passar água, pelo solo preparado, observando o grau de dificuldade na passagem. Ao final do atividade prática, cada aluno fará o registro das conclusões de cada tipo de solo, em seu caderno.

3 – Neste encontro passar as técnicas de preparação do solo para cultivo (aração, calagem, adubação), enfatizando a importância destes métodos para aumento da produção e preservação do solo. Realizar aula expositiva, com utilização de imagens, que representem o bom e o mau preparo de solo.

4 – Fazer um passeio pela escola onde os alunos procurarem saber como a água chega aos vegetais. Dispostos em círculo, ainda no pátio, o professor deve promover uma discussão das observações dos alunos. Em seguida, já em sala de aula, o professor explicará a importância da quantidade de água adequada para o desenvolvimento dos vegetais, falando sobre irrigação e drenagem. E ao final entregar um texto e uma lista de exercícios.

5 – Neste encontro propor a construção de uma horta, utilizando garrafas pet, terra, húmus e as mudas escolhidas pelos grupos no primeiro encontro. A metodologia da construção da horta será da seguinte forma: as garrafas pet serão trazidas pelos alunos e cortadas ao meio em forma de “barco”, analisando assim o espaço e os nutrientes disponíveis para a planta escolhida. Em seguida dentro de cada garrafa cortada será colocada a terra, húmus) e a muda do vegetal escolhido pelos alunos. Durante a atividade, explicar a importância das técnicas de plantio, métodos de irrigação, tipos de solo, finalizando o conteúdo programado.


O professor como mediador no processo ensino aprendizagem

O professor precisa ser competente na sua especialidade e estar sempre atualizado. Precisa saber comunicar-se com os seus alunos, motivá-los, explicar o conteúdo, manter o grupo atento, entrosado, cooperativo, produtivo. Faz-se necessário ainda, que o professor saiba interagir com seus alunos, permitindo que as interações pessoais possam aflorar possibilitando um canal de comunicação.
O importante é ser um professor-educador, amadurecido intelectual, emocional e comunicacionalmente, facilitando o processo ensino aprendizagem. O professor precisa ser aberto, sensível, humano, crítico e capaz de buscar sempre novas metodologias. Para isto, ele deve estar constantemente pesquisando e se interando das novidades que surgem.
Uma das formas de conseguir formar um cidadão é utilizar a Pedagogia de Projetos, que tem como objetivo a construção dos conhecimentos através de metas pré-estabelecidas entre professores e alunos.
O projeto deve ser utilizado como um recurso, obedecendo o conteúdo e as atividades previstas, valorizando o que já se conhece sobre o assunto e acima de tudo atendendo às expectativas dos participantes.

Autor: Jaqueline Maria Della Torre Martins


Leia mais sobre projetos…

http://educador.brasilescola.com/orientacoes/projetos-escolares-motivacao-para-aprender.htm

http://www.tahnamao.net/2009/03/modelos-de-projetos-escolares-projetos-educacionais.html

http://www.klickescolas.com.br/KEP/Ciber/Revista/KEP_Revista_Final/1,4761,542-10256,00.html

ENERGIA ELÉTRICA no 9º Ano

Gostaria de sugerir uma nova forma de introduzir este conteúdo...Fiz e deu certo. Os alunos gostaram muito.
Em primeiro lugar, procure na biblioteca de sua escola o livro: Edison e a lâmpada elétrica do autor Steve Parker, da Editora Scipione. Neste livro o autor descreve a invenção da lâmpada elétrica e relata como foi a vida de Thomas Edison além do aperfeiçoamento que ele fez de várias invenções que já existiam.
1 - Para iniciar o trabalho faça o levantamento das seguintes questões: “Como seria a vida sem luz elétrica, aparelhos de som, telefones, cinemas? E se não houvesse usinas elétricas, postes, cabos e fios para levar energia elétrica às casas, fábricas, escritórios e escolas? Qual seria a saída?”
Deixe os alunos trabalharam em grupos para responder as perguntas.

2 - Na sequência leia o texto para os alunos. Faça alguns comentários sobre o mesmo, de maneira a responder os questionamentos dos grupos.

3 - Em seguida distribua aos alunos, uma série de questões referentes à interpretação do texto e uma questão sobre o que eles acharam de aprender usando um texto histórico.

Obs: Esta forma de iniciar o conteúdo tornou o assunto “Energia elétrica” mais agradável para os alunos. Ficou clara a motivação e o interesse dos alunos na atividade, pois os mesmos queriam sanar suas dúvidas. Concluindo que os textos históricos podem ser utilizados em nossas aulas para levar os alunos a entenderem o processo de construção do conhecimento científico.
Ao utilizar este texto histórico, possibilitou-se aos alunos um contato com os três eixos estruturantes da alfabetização científica: o conhecimento de conceitos básicos das ciências, a natureza das ciências e o entendimento das relações entre ciência, tecnologia, sociedade e ambiente.
Ao permitir que os alunos se envolvam com as três dimensões estruturantes um grande passo é dado rumo à alfabetização científica.



Autor: Jaque Martins

DARWIN E A TEORIA DA EVOLUÇÃO

Uma dica legal para que vai iniciar o trabalho em sala sobre Evolução é conhecer o que os alunos sabem sobre o assunto e o que eles imaginam quando falamos em evolução.

Utilizando um texto histórico “DARWIN E A TEORIA DA EVOLUÇÃO” em turma do Nono ano.
Inicie a leitura do texto, fazendo uma pequena introdução ao tema com as seguintes pautas:

 Pense com quantas espécies de seres vivos você já se deparou na sua vida.
 A variedade de seres vivos existentes no nosso planeta fascina o homem há muito tempo.
 A necessidade de buscar explicações para a sua própria origem, para a origem de todos os outros seres vivos e até mesmo do universo, levou o homem a criar mitos e teorias a esse respeito.

Procure observar a reação dos alunos!!!!

com a turma trabalhada os alunos colocaram varias questões:

 Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?
 Se o homem veio do macaco, por que os macacos de hoje não viram homens?
 Por que as espécies animais se diferenciam nas diversas partes dos planetas?
 Os primeiros animais vieram de quê ou de quem?
 Os animais que existem hoje são iguais aos primeiros que apareceram na Terra? Ou são diferentes?
 Se ficaram diferentes, o que aconteceu? E por que ficaram diferentes?
 Ao longo dos tempos, apareceram novos animais? Como isto ocorreu?
 Por que há hoje tantos animais diferentes uns dos outros?

No decorrer da aulas...

Deixei os alunos a vontade para discutir o texto, e entenderem melhor a questão da evolução, estas e outras perguntas nos inquietam quando o assunto é a origem das espécies. Devemos considerar que o professor assume uma função mediadora na sala de aula, uma vez que ao ensinar algo histórico não reproduz o conhecimento, mas transmite sua própria representação da história sobre determinados conteúdos. Neste sentido, o professor atendendo a função cognitiva da aprendizagem do aluno pode transformar essas fontes em ferramentas para demonstrar ao aluno de forma didática que a história é feita de vestígios deixados pelos homens do passado e que se constituem no material com o qual o historiador vai utilizar para compreensão de como determinadas sociedades se estabeleceram em determinados tempos/espaços.



Texto: Dany Sotolani

quarta-feira, 28 de março de 2012

Terapia Gênica


A reportagem abaixo pode ser utilizada em suas aulas sobre Genética...
Leia, leve para seus alunos e ajude a divulgar a Ciência...


Ao infectar células do mosquito transmissor da dengue, o novo vírus diminui as partículas virais que causam a doença. A descoberta pode ajudar a entender como funcionam os mecanismos envolvidos no ciclo da infecção humana. (imagem: Ricardo Vancini/ JVI)

A descoberta aconteceu por acaso. Na tentativa de saber mais sobre a dengue, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) enviaram uma amostra contendo o vírus causador da dengue tipo 2 (DEN-2) para a Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, onde o biólogo brasileiro Ricardo Vancini faz seu PhD. Após análise em microscopia eletrônica, a atenção da equipe se voltou para a presença de um vírus nunca antes descrito e que pode elucidar questões importantes sobre o ciclo evolutivo da doença.
“Inicialmente, pensamos que era uma nova cepa do vírus da dengue, mas logo percebemos que sua morfologia era muito diferente do DEN-2”, diz Davis Ferreira, virologista do Instituto de Microbiologia da UFRJ e um dos autores do estudo que ganhou a capa da edição de março do Journal of Virology.

Além de ser estruturalmente distante do vírus da dengue, a caracterização do genoma do Espírito Santo Vírus (ESV) – homenagem ao estado de origem da amostra em que foi encontrado – confirmou a presença de um exemplar nunca antes descrito. Aparentemente, seu material genético apresenta organização similar à da família dos birnavírus, a qual abriga uma espécie que infecta moscas do gênero Drosophila.

Para entender os mecanismos de infecção do novo vírus, os cientistas inocularam partículas do ESV em cultura de células da larva do Aedes albopictus, mosquito que, assim como com seu parente mais conhecido Aedes aegypti, transmite a dengue. O ESV, da mesma forma que o DEN-2, mostrou-se capaz de infectar as células do inseto e esse experimento originou um dos pontos cruciais da pesquisa: a relação direta do ESV com o vírus da dengue tipo 2.


Expectativas e preocupações
Durante a infecção das células, os pesquisadores perceberam que o ESV possui maior sucesso na sua replicação quando invade células infectadas pelo DEN-2. Quando já está usufruindo dos mecanismos celulares para se multiplicar, o ESV impede a montagem das partículas de DEN-2, diminuindo a quantidade desse vírus dentro da célula.

A descoberta de um vírus que elimina a dengue ainda dentro do vetor pode se tornar uma grande aliada da ciênciaComo o controle do mosquito transmissor da dengue tem se tornado cada vez mais difícil em função de sua resistência a diversos inseticidas, a descoberta de um vírus que elimina a dengue ainda dentro do vetor pode se tornar uma grande aliada da ciência.

No entanto, muitas questões ainda rondam a descoberta, pois não se sabe se o ESV pode ser responsável por algum dos sintomas atribuídos ao vírus da dengue durante a infecção. Por isso, é importante entender como o ESV e o vírus da dengue interagem.

Segundo Ferreira, a melhor compreensão dessa interação pode ajudar também nos estudos da febre amarela, já que os mosquitos A. aegypti e A. albopictus também são vetores do vírus causador da doença.

A microscopia eletrônica permite identificar as diferenças entre o vírus da dengue (à esq.) e o Espírito Santo Vírus (à dir.). Apesar de ambos apresentarem geometria semelhante a uma bola de futebol, o ESV é mais estável e sua estrutura é mais visível que a do vírus da dengue. (imagem: Ricardo Vancini)

Por outro lado, o estudo gerou preocupações e perguntas cujas respostas já estão sendo pesquisadas. Após encontrar o Espírito Santo Vírus, os cientistas questionaram a possível presença de outros vírus em amostras que, teoricamente, só continham o da dengue. “Esse tipo de coinfecção pode dificultar o estudo de proteínas para a criação de vacinas contra a doença, além de prejudicar a interpretação do diagnóstico”, explica Ferreira.

Mariana Rocha
Ciência Hoje On-line

Saiba mais: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/03/virus-contra-a-dengue

Expressões com animais que fazem muito sentido!

CURIOSIDADES!!!

“Bêbado como um gambá”

Essa expressão é usada quando alguém bebe até cair… O que muita gente não sabe, é que os gambás podem ser facilmente atraídos pela cachaça (pinga ou aguardente). Essa bebida foi muito usada para capturar o animal. Era colocado um pouco de cachaça num pote, o bicho é atraído pelo cheiro, bebe tudo e, em seguida cai embriagado.


“É agora que a porca torce o rabo”

Essa expressão usada para designar uma situação de extrema dificuldade, geralmente um momento de tomar uma decisão importante. Mas o que o porquinho tem a ver com isso? Bem, há tempos, era costume criar porcos em casa ou no ambiente rural em espaços que eram chamados de chiqueiros, uma maneira prática de dominar o animal era agarrá-lo pela cauda. O porco então, torcia o traseiro de um lado para o outro na tentativa de se safar.


“Boca-de-siri”

Essa expressão é usada para pedir discrição sobre um determinado assunto. Mas por que siri? Bem, a expressão deve-se à anatomia das peças bucais do pequeno crustáceo. A boca dos siris é tão minúscula que, dificilmente, pode ser identificada a olho nu. Ao prender uma presa com a boca, que possui estruturas parecidas com garras, o siri não solta nem mesmo depois de morto. Como fechar a boca significa ficar calado, a expressão passou a ter o mesmo resultado.


“Olha o passarinho”

Muito usada quando se vai tirar uma foto, essa expressão tem uma explicação: quando a máquina fotográfica foi inventada, no fim do século XIX, o espaço de tempo para fixar a imagem era muito mais demorado do que hoje. Na época, as pessoas tinham que ficar vários minutos olhando fixamente, sem se mexer, para a lente do fotógrafo. Para reter por mais tempo a atenção das pessoas, especialmente das crianças, os fotógrafos costumavam colocar uma gaiola com um passarinho em local acima da máquina e dizer a famosa frase.



“Lágrimas de crocodilo”

Essa expressão é ótima, faz referência a alguém que chora, indicando que o choro é fingido. Mas os crocodilos choram, mesmo? De certa forma sim, a origem desta expressão é biológica. Mas não tem a ver com fingimento e nem tão pouco é um choro verdadeiro. Quando o crocodilo está digerindo um animal, a passagem deste pode pressionar com força o céu da boca do réptil, o que comprime suas glândulas lacrimais. Assim, enquanto ele devora a vítima, caem lágrimas de seus olhos. São lágrimas naturais, mas obviamente não significam que o animal se emocione ou sinta pena da sua presa. Por isso quando uma pessoa chora sem sentimento essa expressão cai como uma luva!


Saiba mais: http://diariodebiologia.com/2012/02/expressoes-com-animais-que-fazem-muito-sentido

Beber álcool com moderação reduz risco de morte de homens pós-infarto

Um texto bacana para que os alunos trabalhe em sala.

Homens que bebem álcool moderadamente e que sobreviveram a um primeiro infarto correm menos risco de morrer do que os que passaram pelo mesmo problema mas são abstêmios. É o que dizem as últimas descobertas de um estudo publicado nesta quarta-feira (28) na versão online do "European Heart Journal"

A pesquisa mostra que, depois de ter sobrevivido a um primeiro ataque cardíaco, homens que bebem cerca duas doses de bebidas alcoólicas por dia durante um longo período de tempo têm um risco 14% menor de morte por qualquer causa e um risco 42% menor de morrer por doença cardiovascular do que os que não-bebedores.
A coordenadora do estudo, Jennifer Pai, professora assistente do Departamento de Medicina do Hospital Brigham and Women e da Escola de Medicina Harvard afirmou em material de divulgação: "Nossos resultados demonstram claramente que a longo prazo o consumo moderado de álcool entre os homens que sobreviveram a um ataque cardíaco foi associado com um risco reduzido de mortalidade total e cardiovascular".

"Descobrimos também que entre os homens que consumiam quantidades moderadas de álcool antes de um ataque cardíaco, aqueles que continuaram a consumir álcool "com moderação" depois também tiveram melhor prognóstico a longo prazo", explicou Pai.

Embora já se saiba que o consumo moderado de álcool está associado a um menor risco de doença cardíaca e de morte na população saudável, até agora não estava claro se ele também poderia estar relacionado a menores taxas de morte entre as pessoas que adquiriram uma doença cardíaca. Não havia nenhum estudo prospectivo que tivesse medido o consumo de álcool, tanto antes como após um ataque cardíaco, com longo prazo de seguimento.

A pesquisadora e seus colegas analisaram um subconjunto de 1.818 homens que haviam sobrevivido a um primeiro ataque cardíaco entre 1986 e 2006. Durante este período, 468 homens morreram.

No período de análise, os pesquisadores os questionaram sobre o seu consumo de álcool e dieta, durante quatro anos, além de avaliarem hábitos de estilo de vida, como o tabagismo e o índice de massa corpórea (IMC) a cada dois anos.

Tipo de bebida não altera resultado
Os homens relataram sua ingestão média de cerveja, vinho branco e tinto, e as bebidas destiladas que costumavam consumir. Uma parcela padrão foi especificada como um copo (125 ml) de vinho (que contém 11g de etanol - o álcool na bebida), uma garrafa ou lata de cerveja (12,8 g de etanol) e uma dose de bebida destilada (14g de etanol ).

Os homens foram divididos em quatro grupos com base na quantidade que bebiam: 0g, 0,1-9,9g, 10-29,9g, e 30g ou mais por dia. Aqueles que bebiam entre 10 e 29,9g de álcool por dia - o equivalente a cerca de dois drinques - foram classificados como bebedores "moderados".

Após o ajuste de diversos fatores que poderiam afetar os resultados, tais como tabagismo, IMC, idade e tratamentos médicos, os pesquisadores descobriram que os homens que consumiram aproximadamente duas bebidas alcoólicas por dia depois de seu primeiro ataque cardíaco tiveram um risco menor de morte por qualquer causa do que os não bebedores. O tipo de bebida não afetou os resultados.

Quando observaram os níveis de consumo de álcool antes e depois do ataque cardíaco, eles descobriram que a maioria dos homens não mudou seu hábito de beber, e também que aqueles que bebiam antes e depois tenderam a ter um menor risco de morte do que os não-bebedores. No entanto, devido aos números menores nesta análise, os resultados não foram estatisticamente significativos.

"Os efeitos adversos à saúde pelo consumo excessivo são bem conhecidos, e incluem a pressão arterial elevada, a função cardíaca reduzida e a redução da capacidade de dissolver os coágulos sanguíneos. Além disso, outros estudos têm mostrado que os benefícios de beber são totalmente eliminados após episódios de compulsão", disse a pesquisadora.

Do G1, em São Paulo

Saiba mais: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/beber-alcool-com-moderacao-reduz-risco-de-morte-de-homens-pos-infarto.html